Saiba mais sobre a GRIPE AVIÁRIA

Procurando orientar o consumidor, o Corpo Técnico da FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícolas, formado por médicos veterinários, professores universitários e pesquisadores das mais renomadas empresas, universidades e instituições de pesquisa do Brasil, informa:

•  A Influenza Aviária - popularmente chamada de “Gripe Aviária” - jamais ocorreu no Brasil.

•  Típica das aves, a doença é causada por diferentes formas do vírus da Influenza. A mais perigosa delas, o H5N1, não está presente nas Américas e sua ocorrência mais recente na Europa está praticamente restrita a aves silvestres.

•  O vírus não se transmite às pessoas através do consumo de carnes e ovos porque é facilmente destruído pelo cozimento ou fritura.

•  A Influenza Aviária não é transmitida de pessoa para pessoa. Os casos de contaminação na Ásia se deram pela íntima convivência entre pessoas e aves que estavam infectadas pelo vírus.

•  A possibilidade da chegada desse vírus ao Brasil é muito pequena uma vez que as aves silvestres que para cá migram provêm da América do Norte, onde o H5N1 não está presente. Além disso, essas aves vêm sendo monitoradas pelos Ministérios da Agricultura, Saúde e Meio Ambiente, através de captura nos principais pontos de invernada.

•  Adicionalmente, o sistema de produção avícola brasileiro é altamente tecnificado e utiliza galpões fechados com telas que impedem o contato entre aves industriais e silvestres.

•  Há alguns anos, desde as primeiras ocorrências na Ásia, o Brasil intensificou uma serie de medidas para prevenir a entrada do vírus no País, entre elas:

•  Controles rigorosos na importação de material genético;

•  Proibição da importação de aves ornamentais e de companhia;

•  Controle nos portos e aeroportos para evitar a entrada de produtos avícolas não autorizados;

•  Incineração de dejetos de aviões e navios;

•  Modernização de laboratórios de diagnóstico;

•  Exames sorológicos periódicos nas aves industriais;

•  Treinamento de veterinários oficiais e privados.

•  Por fim, os órgãos públicos federais e estaduais mantêm uma vigilância constante e vêm atuando prontamente em todos os casos de suspeita informados pelos produtores, dentro do Plano de Prevenção da Influenza Aviária.

 

  

 

 
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